Acho que há um masoquista sentimental dentro de mim...
Talvez Kafka tivesse razão:
Somos insetos que fingem ser seres humanos.
Achei que, depois de tanto tempo,
eu já estava imune a essa dor...
mas não!
Continuo me sentindo um inseto,
numa kafkiana necessidade
de me tornar um ser humano!
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